O processo de re-pesquisa e re-avaliação tem sido contínuo desde 2001. As reducões alcançadas pelas atividades de pesquisa, cruzamento de referências e reconciliamento de todas as áreas suspeitas identificadas pela LIS de 2001 com relatórios apresentados desde 1993 teve um efeito significativo na redução total de áreas suspeitas de serem minadas. Em 2004, o IND informou que 4,610,274 metros quadrados de terra foram pesquisadas, resultando no cancelamento de 84 áreas suspeitas perigosas cobrindo quase 3.4 quilômetros quadrados em cinco províncias, e a demarcação de 14 áreas afetadas.[37] O IND também informou que 2,083,103 metros quadrados de terra foram tecnicamente pesquisados pela HALO, NPA, PAD e pelo operador comercial Moçambique Ação Contra Minas (MMA). Os dados informados pelo IND não são consistentes com dados reportados por alguns operadores.[38] Gerenciamento de InformaçõesA LIS conduzida em 1999-2001 foi a primeira pesquisa ampla sobre a contaminação das minas em Moçambique. Como parte da LIS, em maio de 2001 o IND adquiriu a base de dados do Sistema de Gerenciamento de Informações da Ação Contra Minas (IMSMA) em inglês e português ligado ao Sistema de Informações Geográficas, representando um grande avanço com relação aos seus recursos anteriores e um instrumento efetivo para planejamento da ação contra minas. A base de dados é atualizada com relatórios de atividades dos operadores arquivados pelos escritórios regionais do IND em Beira e Nampula. O IND é responsável pela emissão de mapas e dados sobre a contaminação e a desminagem. Porém, a revisão do GICHD achou que o nível de serviço prestado pelo IND tem sido inadequado por não manter a base de dados do IMSMA apropriadamente. Como um resultado, nomearam operadores para locais que já haviam sido desminados, o que tem sido um problema corrente, e além das “organizações comerciais―e as agências do governo que as contratam ―aparentemente não confiarem dos dados de desminagem disponíveis pelo IND. Como resultado, as empresas de desminagem são tipicamente instruídas para re-pesquisarem e limparem a extensão de toda estrada, linhas de força, etc. colocadas em listas para reabilitação.”[39] Os planos para melhoramento do IMSMA são dependents de uma limpeza na base de dados atual e treinamento dos funcionários do IND. O GICHD indicou a introdução de versões melhoradas como provável para o final de 2006.[40] Remoção de Minas e UXOsA obrigação de Moçambique de acordo com o artigo 5 do Tratado é de destruir todas as minas antipessoal em áreas minadas sob sua jurisdição ou controle o antes possível e não após 1 de março de 2009. Em 2004, o IND informou a limpeza de 11,826,476 metros quadrados, 68 por cento mais do que em 2003, e a destruição de 18,600 minas e 80,628 UXOs. A área limpa por ONGs e pela RONCO em 2004 foi aproximadamente oito por cento a mais do que em 2003; o IND atribui o aumento total à intensa desminagem comercial ao longo da auto-estrada EN1 entre Maputo e Inhambane. De acordo com o IND, a desminagem em 2004 removeu a ameaça de 379 vilarejos e 217,000 pessoas.[41] Alguns dos dados fornecidos pelo IND são inconsistentes com os dados providos ao Monitor de Minas Terrestres pelos operadores. As operações de limpeza foram conduzidas em 2004 por cinco agências humanitárias: Programa Acelerado de Desminagem, HALO, Ajuda Popular da Noruega (NPA), Handicap International e RONCO. Estas organizações limparam um total de 4,990,485 metros quadrados. As companhias de desminagem commercial ativas em 2004 eram a AFROVITA, ASM, consórcio Bactec/JVD/SDS, EMD e MMA, que limpararam um total de 6,835,745 metros quadrados durante o ano.[42]
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Operador
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Área limpa (metros quadrados)
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Minas destruídas
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UXOs destruídos
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Humanitários
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|
|
|
|
ADP
|
2,354,019
|
300
|
427
|
|
HALO
|
1,907,837
|
17,610
|
73,940
|
|
HI
|
164,035
|
82
|
841
|
|
NPA
|
305,091
|
120
|
4,557
|
|
RONCO
|
259,863
|
17
|
37
|
|
Subtotal
|
4,990,845
|
18,129
|
79,802
|
|
Comercial
|
|
|
|
|
EMD
|
4,528,918
|
1
|
21
|
|
MMA
|
332,941
|
65
|
52
|
|
CODEG
|
0
|
4
|
0
|
|
Bactec/JVD/SDS
|
1,951,728
|
381
|
752
|
|
AFROVITA
|
10,000
|
10
|
1
|
|
ASM
|
12,158
|
0
|
0
|
|
Subtotal
|
6,835,745
|
461
|
826
|
|
FADM (exército)
|
15,886
|
10
|
0
|
|
Total
|
11,842,476
|
18,600
|
80,628
|
O Programa Acelerado de Desminagem: o PAD informou a limpeza de 2,358,982 metros quadrados, destruindo 300 minas e 427 UXOs em 2004. O PAD empregou 357 funcionários, incluindo 172 desminadores manuais, com equipes mecânicas e de detecção com cachorros.[44] O seu orçamento de 2002 de $2.61 milhões foi provido pela Dinamarca, França, Irlanda, Suécia e Nova Zelândia.[45] O PAD operou nas províncias de Maputo, Gaza e Inhambane; ele iniciou a operar em Moçambique em 1995.
O PAD cessou as operações de campo na terceira semana de julho de 2005, devido à interrupção de fundos dos doadores. Ele demitiou todos os funcionários com exceção dos necessários para completar as tarefas administrativas e entregou os equipamentos ao PNUD.[46] O governo irlandês e o PNUD colocaram mais $700,000 para compensação do pagamento dos desminadores, parcialmente cobrindoo os $1.8 milhões necessários para a demissão de todos os funcionários do PAD; foi antecipado que os restantes $1.1 milhões serão desembolsados pelo governo moçambicano.[47]
Em agosto de 2005, os ex-funcionários do PAD registraram uma nova organização, o Projeto Associado de Desminagem, e aplicaram para o credenciamento do IND.[48] Este novo PAD propôs se engajar na remoção de minas e marcação nas províncias do sul em apoio ao governo com o programa de redução da pobreza. A nova ONG esperava empregar um número de funcionários muito menor de 72 pessoas.[49]
HALO Trust: A HALO informou a limpeza de 1,915,837 metros quadrados de terrenos suspeitos, pesquisados 4,192,736 metros quadrados e 211,899 metros quadrados de área reduzida, destruindo 17,604 minas antipessoal, seis minas anti-veículo e 1,338 itens de UXOs em 2004. Nos primeiros seis meses de 2005, a HALO limpou 859,945 metros quadrados, destruindo 14,944 minas e 109 UXOs. O orçamento da HALO foi de aproximadamente $3 milhões em 2004, e o mesmo montante em 2005. Ela foi financiada em 2004 por: Japão e os Estados Unidos para operações na província da Zambézia; a Holanda para Nampula; Irlanda para Niassa; Suíça e EUA para operações em Cabo Delgado. O Sistema de Radiofusão de Tóquio (Tokyo Broadcasting System), em associação com a Associação para Ajuda e Assistência, Japão, proveu fundos para desminagem manual para as quatro províncias.[50]
A HALO conduziu a ação contra minas nas províncias do norte desde 1994 usando equipes de desminagem manual, mecânica e até janeiro de 2005, detecção de minas com cachorros (MDD). A HALO planejou iniciar um programa em meados de 2005 de identificação de vilarejos livres do impacto das minas, como uma base para retirar de Moçambique ao longo dos próximos dois anos. Nos vilarejos onde a ameaça é identificada, a HALO propôs investigar e realizar ação necessária; onde não existir ameaça, os representantes do vilarejo vão assinar uma declaração confirmando que é livre do impacto das minas.
Handicap International: HI informa que limpou 203,610 metros quadrados de terra, destruindo 20 minas antipessoal, quatro minas anti-veículo, 619 UXOs e 4,049 partes de munição em 2004, em contraste com os dados reportados pelo IND.[51] Nos primeiros seis meses de 2005, a HI limpou 114,679 metros quadrados e destruiu 11 minas antipessoal, 93 UXOs e 1,001 partes de munições. Desde setembro de 2004, a HI empregou 63 funcionários, todos nacionais, incluindo 48 desminadores em três equipes integradas de engenhos com dispositivos explosivos (EOD), uma equipe de desminagem manual e uma equipe usando meios mecânicos e MDD. A HI também mantém uma pequena equipe móvel, que trabalha com a limpeza em áreas como em postos médicos, pontes e escolas.
Em janeiro de 2005, a HI adotou uma “estratégia de realização” nas províncias de Inhambane, Sofala e Manica, que objetivam limpar ou cancelar todas as 250 áreas suspeitas sob 15,000 metros quadrados em tamanho identificado na LIS, registrar os não visitados, e preparar um relatório de atualização sobre a situação das minas em todos os distritos das três províncias.[52]
Em 2004, a HI gastou $1,299,300 em apoio financeiro recebido da Áustria, Canadá, US-UNA, Japão, Noruega e Suíça.[53]
Ajuda Popular da Noruega: NPA informou que trabalhou em 16 tarefas durantes as quais limpou 185,497 metros quadrados de terra e outos 327,916 metros quadrados de área foram reduzidas pela pesquisa técnica em 2004. Ela cancelou e entregou de volta um adicional de 426,001 metros quadrados de áreas suspeita depois de realizar uma pesquisa geral. Nos primeiros seis meses de 2005, a NPA antingiu sua mais alta produtividade, limpando 276,221 metros quadrados e reduzindo 255,887 metros quadrados de área por pesquisa técnica. A NPA entregou de volta 471,921 metros quadrados para uso produtivo, mais do que 90 por cento do montante limpo e pesquisado tecnicamente no ano inteiro de 2004. Neste período, ela achou 71 minas antipessoal, 20 UXOs e 1,257 munições de armas leves.[54] A NPA opera nas províncias centrais de Tete, Manica e Sofala, e mantém um escritório permanente em Maputo e um escritório operacional em Chimoio na província de Manica.
A NPA também realizou a demolição de ítens removidos em 2004, e de minas e munições anteriormente encontradas pela NPA e informou ao IND no relatório mensal de progresso padrão.[55] O escritório provincial do IND em Beira requisitou que munições adicionais, dos seus próprios achados, fossem destruídas pela NPA.[56] As demolições ocorreram em julho de 2005, destruindo 1,471 minas antipessoal, 10 minas anti-veículo, e 38 outras munições e armas leves.[57]
O apoio financeiro recebido pela NPA em 2004 totalizou $3,545,200, provido pela Dinamarca, Holanda, Noruega e Suécia. Isto inclui contribuição dos doadores para pacotes de compensação para funcionários liberados, como requerido pela lei trabalhista moçambicana, e assim não corresponde a custos operacionais. No total, NPA pagou aproximadamente $1,440,702 para demitir os funcionários em 2004, muitos dos quais estão trabalhando com a NPA desde 1993. Depois da reorganização e novo treinamento, a NPA reduziu seu quadro de funcionários (dede setembro de 2004) para 126 pessoas em equipes de desminagem manual, mecânica e detecção de minas com cachorros, com dois veículos resistentes a minas para auxílio mecânico na desminagem e 12 cachorros para detecção de minas.[58]
A capacidade operacional da NPA vai ser reduzida progressivamente, culminando na retirada final em 2006. A estratégia objetiva produzir um relatório final do trabalho completo pela NPA entre 1993 e 2005, um relatório sobre o impacto deste trabalho, e um relatório sobre a situação do trabalho remanescente nas áreas de operações da NPA depois de confirmadas as identificação das árreas suspeitas na LIS. Como parte da fase final, a NPA planeja temporariamente expander sua capacidade de pesquisa para três equipes de seis homens, para 10 equipes de dois homens. A NPA espera completar a pesquisa de campo até o final de abril de 2006, liberando todos os funcionários com exceção daqueles necessários para a inclusão dos resultados no banco de dados, sincronização dos dados com o banco de dados do IMSMA, e produzir mapas, análises e relatório final. A NPA espera fechar suas operações em Moçambique no final de setembro de 2006.[59]
RONCO: A RONCO limpou 259,863 metros quadrados em 2004, de acordo com o IND.[60] Todavia, o Departamento de Estado dos EUA informou que a RONCO limpou 299,406 metros quadrados, destruindo 16 minas antipessoal e 701 UXOs em 2004.[61] RONCO realizou vários contratos de ação contra minas em Moçambique desde 1993, incluindo um trabalho extenso de limpeza na linha da estrada de ferro de Sena usando a detecção de minas por cachorros. A RONCO também supervisiona a força de reação rápida de desminagem do Departamento de Estado dos EUA (QRDF), baseado em Moçambique.
Em julho de 2005, o Ministério do Trabalho rejeitou o apelo da RONCO contra uma multa imposta por violar o banimento de Moçambique ao teste de HIV compulsório.[62] O ministério reclama que a RONCO, quando selecionava moçambicanos para trabalharem na remoção de minas para uma missão ao Afeganistão, requereu testes de HIV em confronto com o artigo 7º da lei 5/2002 de proteção dos direitos dos empregados e candidatos a emprego. A RONCO foi multada em 134.4 milhões Meticais (aprox. $5,400), e disse concordar com o arrigo 9º 5/2002 e em readmitir 13 funcionários HIV positivos que haviam sido demitidos, ou em compensá-los.[63] O apelo da RONCO ao Ministério do Trabalho estava pendente em setembro de 2005.[64]
Três acidentes, envolvendo quatro desminadores, ocorreram em 2004.[65] Um desminador trabalhava para a companhia commercial J V Desminagem em Inhambane, e três desminadores trabalhavam para a HALO. O IND não deu detalhes sobre os ferimentos sofridos pelo desminador da JVD. A HALO informou que dos três desminadores envolvidos, um não teve ferimentos, um teve ferimentos leves, e um teve dois dedos amputados.[66]
Em 7 de maio de 2005, um desminador do NPA foi ferido durante a remoção manual em Nhaapua, distrito de Chibabava na província de Sofala. O desminador detonou uma mina antipessoal Gyata; o ferimento requereu amputação baixa de uma perna. A investigação do acidente do NPA o IND conduziu a investigação que revelou que o desminador estava em contrariedade com os padrões operacionais de procedimentos do NPA. Um treinamento de atualização para desminadores sobre acidentes, líderes de equipe e supervisores foi realizado depois do acidente.[67]
A coordenação da educação sobre o risco de minas (ERM) é a responsabilidade do IND, a qual afirma que busca ter como alvo crianças e aqueles em posição de influenciar quem possa passar as mensagens da ERM.[68] O Plano Nacional de Ação Contra Minas para 2002-2006 reconheceu uma carência “por uma educação sobre o risco de minas mais agressiva e sustentável e campanhas marcantes a serem re-lançadas” baseadas no PEPAM (Programa de Educação de Atividades para Prevenir Acidentes com Minas e UXOs).[69]
A avaliação do GICHD da ação contra minas em Moçambique resumiu as atividades de ERM em Moçambique, “Até 2003, algumas agências incluindo UNICEF e a CVM ainda são ativas na ERM de alguma maneira ou outra. Desde o início de 2004, todavia, aparentemente nenhuma atividade de ERM havia sido realizada no país (a não ser sessões para informar residentes locais quando as equipes de desminagem iniciavam a trabalhar em um novo lugar). A UNICEF recentemente realizou uma revisão nas suas atividades em Moçambique e acredita que não há mais sérios requerimetnos para atividades de ERM no país.”[70]
O GICHD concluiu que, “a estratégia corrente do IND planeja afirmar que ‘Há uma urgente necessidade por uma educação sobre o risco de minas mais agressiva e sustentável e campanhas marcantes a serem re-lançadas.’ Dados aos níveis atuais de acidentes e vítimas todavia, a Equipe de Revisão não concorda. Enquanto os operadores deveriam continuar a prover sessões de ERM aos residents locais quando eles se movem a uma nova vizinhança, e o IND deveria continuar a monitorar os números de acidentes e vítimas, recursos que poderiam ser alocados à ERM deveriam provavelmente ser melhores utilizados em outras atividades de ação contra minas.”[71]
O IND informou que em 2004 pouca ERM foi realizada, devido aos recursos limitados.[72] Na provincial de Gaza, 45 professores escolares forma treinados em ERM, do qual o IND afirmou que a conscientização havia atendido 182,340 pessoas, incluindo 25,565 crianças em idade escolar.[73] O IND notou em seu relatório para 2004 que uma abordagem alternativa foi necessária para algumas questões estratratégicas, incluindo educação cívica sobre o perigo das minas, e assistência às vítimas de minas e sobreviventes. Estas áreas precisam receber maior atenção por todos os atores.[74]
A HI continua a implementar o ERM em pequena escala, via suas equipes de desminadores, que teve treino sobre como conduzir sessões básicas de ERM.[75]
Informações sobre financiamento providas ao Monitor de Minas Terrestres diretamente por doadores indicam que, em 2004, 14 países e a Comissão Européia (CE) contribuíram $11,950,730 para ação contra minas em Moçambique. Isto representa uma diminuição de 22 por cento dos $15.25 milhões informados pelos doadores em 2003.[76] O IND informou uma elevação em 2004 em financiamento para desmiangem provida pelo governo de Moçambique, de 18 bilhões de Meticais (aproximadamente $818,181) em 2003 para 178 billhões de Meticais ($7.9 milhões).[77]
Em 2004, os doadores internacionais foram:
O financiamento do governo moçambicano de 178 billion Meticais (US$7.9 milhões) em 2004 foi alocado aos custos operacionais do IND, compra de equipamento e outros bens, e isenção de impostos para a importação de equipamento de desminnagem para os operadores em desminagem.[93]
O IND informou o desembolso em 2004 de um total de aproximadamente $14.3 milhões, providos por 18 países, CE, PNUD, Associação para Ajuda e Alívio, Japão e Sistema de Radiofusão de Tóqui (TBS).[94] Isto é uma diminuição significativa dos $18.15 milhões que o IND informou para 2003.[95] Anteriormente o IND havia se acautelado de que estava reportando os “montantes desembolsados que não poderiam ser precisamente confirmados.”[96]
Em 2004, o IND informou 30 novas vítimas de minas/UXOs em 13 incidentes: três pessoas mortas e 27 feridas, incluindo uma mulher e uma criança. Três eram desminadores e 27 eram civis. Isto representa um aumento das 14 novas vítimas de minas/UXOs (seis mortas e oito feridas) em 2003; porém o número informado de incidentes continua os mesmos 13. A maioria das vítimas foram registradas em Sofala (10), Maputo (sete) e Tete (cinco). As províncias de Cabo Delgado, Manica, Niassa e Zambézia registraram duas vítimas cada. Os incidentes envolvendo civis foram principalmente associados à agricultura, caça e coleta de lenha.[97]
É provável que o número de vítimas informados não representa o número total de pessoas mortas ou feridas em incidentes com minas, pois as condições de coleta e registro de dados é limitada. Os dados são coletados pela polícia, Cruz Vermelha de Moçambique, hospitais, IND e outros; todavia, os dados não estão inteiramente no IMSMA, mas são mantidos no IND por referência.[98]
Vítimas continuam a ser reportadas em 2005. Ao fim de agosto, o IND registrou 20 incidentes/acidentes com minas/UXOs nos quais nove pessoas foram mortas e 11 outras feridas; pelo menos quatro eram mulheres e seis eram crianças.[99] Em 7 de maio de 2005, um desminador trabalhando com a NPA foi ferido por uma mina antipessoal.[100]
O número total de vítimas de minas em Moçambique não é conhecido; porém, as estimativas são altas, como 30,000. Entre 1996 e 2004, 646 vítimas de minas foram registradas. É reconhecido que esta figura não representa a verdadeira situação do país.[101] A coleção de dados sobre vítimas mais ampla continua sendo a Pesquisa sobre o Impacto das Minas Terrestres (LIS) feita nacionalmente, concluída em agosto de 2001. No total, 2,145 vítimas foram registradas.[102]
Na Primeira Conferência de Exame, Moçambique foi identificado como um dos 24 Estados-Parte com significativo número de sobreviventes de minas, e com a “maior responsabilidade de agir, mas também com as maiores necessidades e expectativas por assistência” em prover cuidados, reabilitação e reintegração dos sobreviventes.[103] Moçambique participou do seminário avançado sobre assistência às vítimas na África, que foi promovido pelos co-presidentes do Comitê permanente sobre Assistência às Vítimas e Reintegração Sócio-Econômica, para ajudar os Estados-Parte em desenvolverem um plano de ação para atenderem aos objetivos do Plano de Ação de Nairobi em relação à assistência às vítimas de minas.
Dois sobreviventes de minas de Moçambique participaram da Primeira Conferência de Exame em Nairobi em novembro-dezembro de 2004.
Moçambique apresentou o formulário voluntário J com o seu Relatório do Artigo 7, provendo informações sobre atividades de assistência às vítimas, e reconhecendo que a assistência às vítimas é o “componente mais fraco” do seu programa de ação contra minas.[104]
Em julho de 2005, como parte do seu compromisso com o Plano de Ação de Nairobi, Moçambique apresentou alguns dos seus objetivos para o período 2005-2009 para atender as necessidades dos sobreviventes de minas, que inclui: aprimorar o acesso à emergência e cuidado médico contínuo pela atualização e equipagem das instalações de saúde e treinamento de mais especialistas em trauma; atuilizar as instalações prostéticas e ortopédicas e treino de mais técnicos; estabelecimento da coordenação entre atores relevantes e setor de reabilitação; trainar médicos em hospitais e clínicas para oferecer apoio psicossocial aos sobreviventes; oferecer treinamento vocacional às pessoas portadoras de necessidades especiais e ajudá-las a encontrar emprego; estabelecer uma coordenação para os portadores de necessidades especiais para todo o país; adotar nova legislação para proteger os direitos das pessoas portadoras de necessidades especiais .[105]
O Plano Qüinqüenal de Ação Contra Minas do IND (2002-2006) afirmava seu papel na coordenação da assistência às vítimas de minas. Não obstante, programas de assistência aos sobreviventes enfrentam maiores dificuldades pela falta de recursos financeiros e as necessidades dos sobreviventes excedem em muito a assistência disponível.[106]
A responsabilidade pela assistência aos sobreviventes de minas é compartilhada pelo Ministério da Saúde (MISAU) e o Ministério para as Mulheres e Ação Social (MMAS). O MISAU ajudou 10 sobreviventes de minas nas províncias de Nampula, Tete e Zambézia em 2004.[107] O MMAS apóia atividades de reabilitação baseadas na comunidade.[108]
A infra-estrutura de atendimento à saúde de Moçambique sofreu danos severos durante os quase 30 anos de conflito armado e com as enchentes de 2000. Falta ajuda para primeiros socorros e não há mecanismos para se arranjar tratamento ou transporte às instalações de saúde mais próximas. Vítimas de minas são normalmente assistidas por parentes e outros membros da comunidade e transportadas por bicicletas, burros ou outros meios ao hospital mais próximo; a viagem comum leva aproximadamente oito horas. Há 10 hospitais capazes de proverem assistência às vítimas de minas, um em cada província; porém, falta cirurgiões treinados e equipamento médico.[109]
Desde 2001, a Organização Mundial da Saúde (OMS) proveu apoio técnico ao MISAU e MMAS para fortalecer a capacidade de responder às vítimas de violência e ferimentos traumáticos, incluindo vítimas de minas. Em 2004, a OMS proveu assistência técnica ao MISAU em planejamento estratégico para atendimento de emergência e pré-hospitalar para responder melhor aos ferimentos traumáticos, e à expansão do sistema de atendimento aos feridos em todas as províncias e aos hospitais centrais em Maputo e Gaza.[110]
Moçambique tem 10 centros ortopédicos, incluindo um executado pela Sociedade da Cruz Vermelha de Moçambique, 60 centros de fisioterapia e 10 centros de trânsito especialmente criados para hospedar pessoas portadoras de necessidades especiais durante seus tratamentos. O governo, através do Ministério da Saúde, gerencia nove centros ortopédicos. Os centros oferecem serviçes gratuitos para feridos de guerra, incluindo sobreviventes de minas. Há três técnicos treinados em ortopedia categoria I, 15 técnicos em prostética e aproximadamente 32 assistentes técnicos; o treinamento foi apoiado pela CICV, Handicap International e POWER UK. Todos os centros ortopédicos geridos pelo governo são localizados em capitais provinciais, longe das áreas minadas, tornando difícil o acesso às pessoas das áreas rurais. Não há centro ortopédico na província de Manica. A maioria dos equipamentos são obsoletos e não estã funcionando. Há escassez de fornecimento regular de matéria-prima, e devido à falta de pessoal treinado há longas listas de espera para serviços.[111]
Sociedade da Cruz Vermelha de Moçambique opera o Centro Ortopédico de Jaipur (COJ) na província de Gaza. O centro tem a capacidade de assistir em torno de 240 pessoas por ano, produz e conserta próteses e outros dispositivos de mobilidade. Uma Unidade Ortopédica Móvel da Jaipur também opera gratuitamente ao longo da província de Gaza. As indicações são feitas pela rede de voluntaries da Cruz Vermelha, e pelos departamentos de saúde dos distritos e das províncias e da coordenação da ação social. Em 2004, um novo programa piloto foi introduzido para prover treino vocacional, conscientização sobre deficientes e apoio social. O programa de apoio social e econômico é implementado em colaboração com Organização das Pessoas com Nessecidades Especiais para promover alívio da pobreza e empoderamento econômico. A Crus Vermelha também implementa programas de assistência aos sobreviventes nas províncias de Gaza, Inhambane, Manica, Zambézia e Tete para facilitar o transporte aos centros ortopédicos e para apoiar as atividades de reintegração sócio-econômica. Há uma lista de espera para esrviços do COJ; as atividades são limitadas por falta de recursos financeiros. A Parceiros dos Deficientes e do Desenvolvimento, anteriormente conhecido como Jaipur Limb Campaign UK, proveu $5,000 para o programa piloto de apoio econômico e social program. Em 2004, o apoio financeiro também foi provido pela Cruz Vermelha da Alemanha, que continua a oferecer programas de treinamento técnico e assistência com a compra de matéria-prima para a produção de próteses, ainda que a parceria tenha acabado.[112]
Em agosto de 2005, o Centro Ortopédico de Vilankulo, na província de Inhambane, foi oficialmente re-aberto com apoio do Rotary Club de Pretória do Leste, da África do Sul, em parceria com organizações moçambicanas e outras da África do Sul. O centro foi construído depois do fim do conflito para ajudar os ex-combatants descapacitados e os civis sobreviventes de minas. O Rotary Club apresentou uma doação de 30 próteses, 400 muletas, cadeiras de rodas e roupas como parte do seu Programa de Assistência às Vítimas de Minas Terrestres em Moçambique.[113]
As atividaes da Handicap International de reabilitação física focam em apoiar a qualidade dos serviços nacionais, e de melhorar a capacidade dos funcionários do setor de reabilitação. A HI também trabalha com o MMAS e o Fórum da Associação Moçambicana para Pessoas com Deficiência (FAMOD) para melhorar o acesso aos serviços de reabilitação, e para promover os direitos para todas as pessoas portadoras de necessidades especiais. Em 2005, um novo projeto foi lançado para apoiar e coordenar atividades esportivas para pessoas portadoras de necessidades especiais nas províncias de Beira e Sofala. O projeto é apoiado pelo Ministério de Relações Exteriores da França.[114]
O MMAS coordena as atividades de reintegração sócio-econômica e de apoio psicossocial. Uma abordagem é o programa da ABC; uma abordagem baseada na comunidade criado para reintegrar plenamente as pessoas portadoras de necessidades especiais à sociedade. O programa tem feito as pessoas serem mais conscientes sobre a questão daqueles com necessidades especiais, permitindo a estas acesso a serviços especializados e oportunidades de emprego. Grupos de aconselhamento entre semelhantes também são disponíveis. No Hospital Central de Maputo e no Hospital Central de Beira, um funcionário foi treinado para apoio psicossocial.[115]
O governo reconhece que os cortes financeiros estão limitando a disponibilidade de programas de ajuda aos sobreviventes de minas e que mais instalações são necessárias para promover sua reintegração sócio-econômica, particularmente nas áreas rurais. Atividades limitadas estão sendo realizadas, como a integração de crianças com necesidades especiais às escolas, encorajamento de pessoas com necessidades especiais a participarem de atividades esportivas e melhoramento do acesso às edificações. Há planos para prover alimentação por trabalho, para encorajar os setores público e privado a empregar pessoas com necessidades especiais, e a prover uma renda mensal aqueles que não podem ganhar por si mesmos. O governo informa que 1,106 pessoas portadoras de necessidades especiais receberam treinamento vocacional e 75 receberam uma pequena concessão para atividades, como pesca e crianção de galinhas. Além disso, 5,076 pessoas portadoras de necessidades especiais, sem condições de trabalhar, receberam uma mesada para prover suas necessidades básicas.[116]
O Landmine Survivors Network (LSN) é ativo na província de Zambézia trabalhando nos distritos de Quelimane, Ile, Maganja da Costa e Nicoadala. Os trabalhadores outreach (outreach workers) do LSN baseados na comunidade, que são amputados, trabalham com sobreviventes individualmetne para avaliar suas necessidades, oferecer apoio psocológico e social, e educar suas famílies sobre os efeitos da perda de um membro. O LSN ajuda sobreviventes para acessarem serviços que ofereçam disposivitos de mobilidade, seviços de saúde ou treino vocacional e oferece apoio material se necessário. O LSN trabalha com associações locais, incluindo a Associação dos Deficientes Moçambicanos (ADEMO) e a Associação dos Deficientes Militares (ADEMIMO), para melhorar a conscientização sobre os direitos das pessoas portadores de necessidades especiais. O LSN apoiou a reintegração econômica e psicossocial de 238 sobreviventes de minas e seus familiares em 2004. O LSN proveu concessões para ajudar sobreviventes de minas e outras pessoas com necessidades especiais para subsidiar pequenas atividades comerciais, incluindo carpinteria, corte e costura, panificação, pequenas lojas e pesca. Isto se liga a outros programas de outras ONGs para criação de animais e estabelecer grupos de auto-ajuda.[117]
O LSN de Moçambique é ativo nas negociações por uma Convenção Ampla e Integral de Proteção e Promoção dos Dirietos Humanos e Dignidade das Pessoas Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais .[118]
A ONG do Reino Unido POWER trabalha próxima à FAMOD, a organização guarda-chuva das associações pessoas com necessidades especiais e outras 13 organizações para pessoas portadoras de necessidades especiais com o objetivo de empoderar as pessoas a levarem uma vida mais integralmente partes da comunidade, e usufruir dos mesmos direitos dos outros. Em maio de 2004, a POWER e as suas parceiras nacionais criaram e implementaram um novo programa para conscientizar sobre as questões das pessoas com necessidades especiais através da criação de uma rede de clubes de rádio, especialmente nos vilarejos rurais. O programa de quarto anos foi financiado pela Comissão Européia. Outros doadores inlcuem USAID, o Fundo Comunitário e a Fundação Pro Vítimas. A POWER é também envolvida eum um número de iniciativas para treinamento vocacional para prover habilidades especiais às pessoas portadoras de necessidades especiais. Mais ou menos 80 pessoas se beneficiaram dos treinos com trabalhos em madeira, em couro ou em metal e outras 140 receberam treinamento para computadores; porém, com alto o desemprego do país é difícil para aqueles treinados colocar suas habilidades na prática. Em adição, 45 pessoas com necessidades especiasi receberam treino para elaboração de propostas para pequenos negócios.[119]
Das várias organizações moçambicanas para portadores de necessidades especiais que trabalham com advocacia, duas em particular, ADEMO e ADEMIMO, trabalham para apoiar os direitos dos sobreviventes de minas terrestres. A ADEMO também desenvolveu e apóia um programa de treinamento vocacional na alfabetização em tecnologia de informação para pessoas portadoras de necessidades especiais. Cada beneficiado recebe 80 horas de treinamento, e depois é assistido na busca por trabalho. Empregadores em potencial são alertados de que operadores de computador estão disponívels a partir do programa. Todavia, as atividades são limitadas pela falta de financiamento. Há aproximadamente 100 pessoas esperando na fila por treinamento.[120]
Em julho de 1999, o parlamento promulgou uma lei nacional para portadores de necessidades especiais, e o gabinete aprovou a primeira política nacional para pessoas portadoras de necessidades especiais (Resolution no. 20/99); porém, a política não foi plenamente implementada devido à falta de recursos.[121]
Pelos esforços do FAMOD e de outras associações para pessoas portadoras de necessidades especiais, um novo projeto de lei sobre o direito das pessoas com necessidades especiais está em elaboração e será apresentado ao parlamento; todavia, a leia ainda não foi adotada. O projeto de lei propõe um corpo de coordenação para questões sobre pessoas com necessidades especiais, composto por representantes das associações para tal fim, MISAU, MMAS, IND, e organizações nacionais e internacionais.[122]
O MMAS é atualmente a agência nacional de coordenação sobre a questão daas pessoas portadoras de necessidades especias. A POWER está trabalhando com a MMAS para desenvolver um plano nacional de ação sobre o setor. A primeira versão do plano foi discutida pelos atores numa conferência em julho de 2004, e está atualmente sob revisão para adoção e implementação.[123]
[1] Relatório do Artigo 7, Formulário A, 25 de abril de 2005. O direito do Instituto Nacional de Desminagem (IND) falou ao Monitor de Minas Terrestres em julho de 2004 que a Comissão para Defesa e Segurança do parlamento teria preparado a legislação de implementação que estava aguardando aprovação. Entrevista com Gamiliel Munguambe, Director, IND, at intersessional Comitê Permanente meetings, Genebra, 29 de julho de 2004.
[2] Relatórios anteriores foram submetidos em: 30 de março de 2000; 30 outubro de 2001 (cobrindo 1 de setembro de 1999-31 de dezembro de 2000); 2 de julho de 2002 (para o calendário do ano 2001); um sem data de submissão (cobrindo 1 de janeiro de 2002-1 Março de 2003); 23 de abril de 2004 (cobrindo abril de 2003 a dezembro de 2003).
[3] Declaração by Leonardo Santos Simão, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Cúpula de Nairobi por um Mundo Livre de Minas (Primeira Conferência de Exame), Nairobi, 3 Dezembro de 2004.
[4] Entrevista com Numibio Mambique, Assessor Legal, IND, Genebra, 29 de julho de 2004.
[5] Nações Unidas, “Countries stand united in the battle against landmines,” 4 de novembro de 2004, www.un.int/Angola/press_release_landmines.
[6] Relatório do Artigo 7, Formulário E, 23 de abril de 2004 (de abril de 2003 a dezembro de 2003).
[7] Minas terrestres produzidas pelos seguintes países foram entradas em Moçambique: Áustria, Bélgica, Brasil, East Germany, China, Tchecoslováquia, França, Itália, Portugal, Rhodesia, África do Sul, Reino Unido, URSS e Iugoslávia. Ver Human Rights Watch, Still Killing: Landmine in Southern Africa (New York: Human Rights Watch, 1997), pp. 74-75. Os seguintes nomes de países nesta nista não foram atualizados: Tchecoslováquia, East Germany, Rhodesia, USSR e Iugoslávia.
[8] Informação provida por Frank Weetjens, Gerente de Programa, APOPO, Moçambique, 18 de agosto de 2005. Weetjens recebeu esta informação do diretor do IND, Gamiliel Munguambe, em maio de 2005.
[9] Informação provida por Frank Weetjens, Gerente de Programa, APOPO, Moçambique, 18 de agosto de 2005. Weetjens indicou que o Ministtro da Defesa da Tanzania escreveu que o pedido seria garantido a Moçambique.
[10] Detalhes sobre os tipos e países de origem das minas estocadas foram providos no Relatório Inicial do Artigo 7 de Moçambique, enviado em março de 2000.
[11] Para mais detalhes, veja Landmine Monitor 2004, p. 580.
[12] Relatórios do artigo 7, formulário D, 23 de abril de 2004 and 25 de abril de 2005.
[13] Relatório do Artigo 7, Formulário D, 25 de abril de 2005. As minas retidas pela HALO são internet e livres de explosives, detonadores e boosters. Email de Tim Turner, Programme Manager, HALO Moçambique, 3 outubro de 2005.
[14] Monitor de Minas Terrestres(Zambia) entrevista com Gamiliel Munguambe, IND, Genebra, 13 de julho de 2005.
[15] Human Rights Watch, Still Killing: Landmine in Southern Africa (New York: Human Rights Watch, 1997).
[16] Canadian International Demining Corps and Paul F. Wilkinson & Associates Inc., “Landmine Impact Survey,” Agosto de 2001.
[17] Danish International Development Agency, “Support to Humanitarian Ação contra minas in Moçambique,” abril de 2004, pp. 2-3; Ver também Landmine Monitor 2004, pp. 582-583.
[18] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” março de 2005, p. 2.
[19] Genebra International Centre for Humanitarian Demining (GICHD), “A Review of Ação contra minas in Moçambique,” Versão Final, Genebra, agosto de 2005, p. iv.
[20] UN OCHA, “The Development of Indigenous Ação contra minas Capacities - Moçambique,” 1997, p. 32.
[21] IND, “Five Year National Ação contra minas Plan 2002-2006,” 19 de novembro de 2001; Ver também Landmine Monitor2003, p. 344. A NMAP chamou para: limpeza de mina/UXO de todas as areas identificadas pela LIS como médio ou alto impacto no final de 2006; todas as areas de pequeno impacto para serem pesquisadas e marcadas; operação nacional completa de educação sobre o Risco de Minas e programas de assistência as vítimas de longo prazo.
[22] Email de Sara Sekkenes, Gerente do Programa, NPA Moçambique, 25 de abril de 2005. O anúncio foi feito durante a semana de eventos em novembro de 2004 para o lançamento do Landmine Monitor 2004.
[23] IND, “Annual Plan of Demining Priorities 2005,” março de 2005, p. 4, which states: “para a elaboração do plano quinqenal da acção sobre minas 2002 - 2006 e da definição da meta de 2009 para Moçambique livre de minas” (for the elaboration of the five year plan for ação contra minas 2002-2006 and the goal definition of a Moçambique free of mines in 2009). www.ind.gov.mz.
[24] GICHD, “A Review of Ação contra minas in Moçambique,” Versão Final, Genebra, agosto de 2005, p. ii.
[25] GICHD, “A Review of Ação contra minas in Moçambique,” Versão Final, Genebra, agosto de 2005, p. 35.
[26] IND, “Annual Plan of Demining Priorities,” março de 2005.
[27] UN Development Programme (PNUD), Terms of Reference for “A review of 10 years of assistance to the Ação contra minas Program in Moçambique,” in GICHD, “A Review of Ação contra minas in Moçambique,” Versão Final, Genebra, agosto de 2005, p. 139.
[28] GICHD, “A Review of Ação contra minas in Moçambique,” Versão Final, Genebra, de agosto de 2005, p. 111.
[29] Danida, “Support to Humanitarian Ação contra minas Moçambique,” de abril de 2004, p. 9.
[30] Briefing de Gamiliel Munguambe, Diretor, IND, e Marylene Spezzati, UN Resident Representative, em uma reunião governamental, parceiros e operadores em desminagem, Maputo, 16 de agosto de 2005.
[31] GICHD, “A Review of Ação contra minas in Moçambique,” Versão Final, Genebra, de agosto de 2005, pp. 118-120.
[32] IND, “Annual Plan of Demining Priorities,” março de 2005, p. 8.
[33] Email de H. Murphey McCloy, Senior Demining Advisor, Office of Weapons Removal and Abatement, Bureau of Political-Military Affairs, Departamento de Estados dos EUA, 16 de setembro de 2005.
[34] “Current Accredited Licensed Demining Agencies,” IND website, www.ind.gov.mz/partners.htm; Email de H. Murphey McCloy, Departamento de Estados dos EUA, 16 Setembro de 2005.
[35] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” Março de 2005, p. 2; Relatório do Artigo 7, Formulário C, 25 de abril de 2005.
[36] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” Março de 2005, p. 2. IND reportou sobre contaminações de mina em 2001 várias dos resultados da LIS de 2001 (562 metros quadrados afetados e 1,448,998 pessoas afetadas em 791 vilas). CIDC e Paul F. Wilkinson & Associates Inc., “Landmine Impact Survey,” de agosto de 2001.
[37] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” Executive Summary, Março de 2005.
[38] IND states that as a result of its technical surveys, HALO area-reduced 211,899 square meters of suspected areas and canceled 3,372,097 square meters. IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” Março de 2005, p. 5. HALO informed Monitor de Minas Terrestresthat it surveyed 4,192,736 square meters and conducted area reduction of 211,899 square meters. Email de Tim Turner, HALO, 19 Maio de 2005. IND also appears to understate results provided by NPA, which recorded technical survey of 324,272 square meters in 2004. NPA, “Moçambique Ação contra minas Program Annual Report 2004,” 25 Janeiro de 2005, p. 10.
[39] GICHD, “Uma Revisão na Ação Contra Minas em Moçambique,” Versão Final, Genebra, de agosto de 2005, pp. 38-39.
[40] Apresentação ao IND IMSMA information meeting by Lt. Col. Jean-Paul Rychener, IMSMA/Stockpile Destruction Specialist, GICHD, Maputo, 4 de agosto de 2005; Informação provida por Sara Sekkenes, Gerente de Programa, NPA Moçambique, 13 de agosto de 2005.
[41] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” Março de 2005, Executive Summary e p. 7. O Relatório do Artigo 7 informou para 2004 também relat’órios de 18,600 minas antipessoal destruídas em 2004 e lista dos tipos demina; entretanto, também notou uma mesma coluna 24,684 e o grande total de 43,284 sem dar outros detalhes. Relatório do Artigo 7, Formulário G, 25 de abril de 2005.
[42] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” Março de 2005, pp. 6 and 8. A companhia comecial RONCO é designada pelo Departamento de Estado dos EUA como organização humanitária de desminagem.
[43] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” março de 2005, p. 6. Alguns operadores informam dados diferentes. Veja parágrafos sobre as respectivas organizações abaixo.
[44] Resposta ao Questionário do Monitor de Minas Terrestres, Programa de Desminagem Acelerado (PAD), 7 de julho de 2005.
[45] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” março de 2005, p. 6.
[46] Emails de Florencio Chongo, PAD, 8 e 9 de agosto de 2005.
[47] Apresentado pelo Gamiliel Munguambe, IND, em encontro com o governo, parceiros e operadores em desminagem, Maputo, 16 de agosto de 2005.
[48] Email de Florencio Chongo, PAD, 16 de agosto de 2005. O desenvolvimento de um novo plano de negócios foi subcontratado ao PriceWaterhouseCoopers e financiado pelo PNUD; resumo de Marylene Spezzati, Representante Residente da ONU, em Partners/Government/Operators meeting on demining, Maputo, 16 de agosto de 2005.
[49] Emails de Florencio Chongo, PAD, 8 e 9 de agosto de 2005.
[50] Email de Tim Turner, HALO, 3 de outubro de 2005.
[51] Resposta ao Questionário do Monitor de Minas Terrestres por Adérito Ismael, HI, 29 de julho de 2005.
[52] Email de Gilles Delecourt, Diretor do País, HI Moçambique, 18 de agosto de 2005.
[53] Email de Gilles Delecourt, HI Moçambique, 18 de agosto de 2005.
[54] Email de Sara Sekkenes, Gerente de Programa, NPA Moçambique, 13 de agosto de 2005.
[55] Email de Sara Sekkenes, NPA Moçambique, 18 de agosto de 2005. As minas foram guardadas de acordo ccom os padrões nacionais de ação contra minas e os padrões de práticas operacionaos da NPA, aguardando demolição sob a supervisão das autoridades policiais na província de Tete e guardas da NPA. Estavam incluídas 1,000 minas guardadas a pedido da APOPO e do IND (ver sessão anterior sobre Uso). O relatório de demolição foi apresentado ao IND para não permitir duplicação, pois as minas já haviam sido informadas como limpa e agora são repotadas como destruídas.
[56] IND Beira, Carta de requisição de demolição ao NPA, Nº97/2005, N/Ref/SDRC/2005, 13 de julho de 2005; Email de Sara Sekkenes, Gerente de Programa, NPA Moçambique, 18 de agosto de 2005.
[57] NPA, “Relatório de Demolição” por Felix André, Gerente de Operações e Maxwel Gopani, Deputado Gerente de Programa, datado 19, 22, 23 e24 de julho de 2005, apresentado pela NPA e IND.
[58] Email de Sara Sekkenes, NPA Moçambique, 25 de abril de 2005.
[59] Apresentação da NPA em encontro com o governo, parceiros e operadores em desminagem, Maputo, 16 de agosto de 2005.
[60] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” março de 2005, p. 6.
[61] Email de H. Murphey McCloy, Departamento de Estados dos EUA, 16 de setembro de 2005.
[62] Ministério do Trabalho, lançamento para a imprensa Ref. Nº 048/GI/GMT/2005, Maputo, 18 de julho de 2005.
[63] Ministério do Trabalho, lançamento para a imprensa Ref. Nº 031/GI/GMT/2005, Maputo, 11 de julho de 2005, e Ref. Nº 048/GI/GMT/2005, Maputo, 18 de julho de 2005; “Companhia de Desminagem perde Atração” Agência de Informação de Moçambique, 18 de julho de 2005, www.allafrica.com/stories/printable/200507180719.html.
[64] Email de H. Murphey McCloy, Departamento de Estados dos EUA, 16 de setembro de 2005.
[65] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” março de 2005, pp. 13-14. O relatório indica três vítimas e um quadro, desde que um dos desmnadores não sofreu ferimentos.
[66] Resposta ao Questionário do Monitor de Minas Terrestres pela HALO, 18 de maio de 2005.
[67] “Mine accident information to the wider mine action community,” Sara Sekkenes, NPA Moçambique, 10 de maio de 2005.
[68] Email de IND ao Landmine Monitor, 12 de julho de 2005; UNIDIR, “Participatory Monitoring of Humanitarian Ação contra minas: Giving Voice to Citizens of Nicaragua, Mozambique and Cambodia,” 2003, p. 46.
[69] UNIDIR, “Participatory Monitoring of Humanitarian Ação contra minas: Giving Voice to Citizens of Nicaragua, Moçambique and Cambodia,” 2003, p. 46; Hildegard Scheu, “Pilot Study on Participatory Monitoring and Evaluation of Humanitarian Mine Action in Mozambique,” UNIDIR, 2002.
[70] GICHD, “A Review of Ação contra minas in Moçambique,” Versão Final, Genebra, agosto de 2005, p. 37.
[71] GICHD, “A Review of Ação contra minas in Moçambique,” Versão Final, Genebra, agosto de 2005, p. 37.
[72] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” março de 2005, p. 15.
[73] Reported in Desminado (IND magazine), Janeiro de 2005, p. 9; Relatório do Artigo 7, Formulário I, 25 de abril de 2005.
[74] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” março de 2005, pp. 1, 17-18.
[75] Email de Gilles Delecourt, HI Moçambique, 30 de julho de 2005.
[76] Landmine Monitor 2004, p. 591.
[77] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” Março de 2005, p. 16; Informação adicional provida por Sara Sekkenes, NPA Moçambique, 13 de agosto de 2005.
[78] Relatório do Artigo 7, Formulário J, 27 de abril de 2005; Email de Norbert Hack, Minister, Department of Disarmament, Arms Control and Non-Proliferation, Ministério das Relações Exteriores, 1 Agosto de 2005. Taxa de câmbio comum para 2004: €1 = $1.2438, used throughout this report. US Federal Reserve, “List of Exchange Rates (Annual),” 3 de janeiro de 2005.
[79] Banco de dados sobre investimentos em ação contra minas; emails de Elvan Isikozlu, Equipe de Ação contra minas, Relações Exteriores, Canadá, julho-agosto de 2005. Taxa Comum de câmbio para 2004: US$1 = C$1.3017. US Federal Reserve, “List of Exchange Rates (Annual),” 3 de janeiro de 2005.
[80] Base da dados sobre investimentos em ação contra minas; Email de Hanne Elmelund Gam, Departamento Humanitário & ONG e cooperação, Ministério das Relações Exteriores, 18 de julho de 2005. Taxa Comum de câmbio para 2004: US$1 = DKK5.989. US Federal Reserve, “List of Exchange Rates (Annual),” 3 de janeiro de 2005.
[81] CE, “Contribution to the Monitor de Minas Terrestres2005,” por Email de Nicola Marcel, RELEX 3a Unidade de Segurança Política, CE, 19 de julho de 2005.
[82] Emails do Embaixador Gerard Chesnel, Ministério das Relações Exteriores, 30 de julho de 2005, e de Anne Villeneuve, HI, julho-agosto de 2005.
[83] Relatório do Artigo 7, Formulário J, 15 de abril de 2005; Email de Dirk Roland Haupt, Escritório Federal no Exterior, Divisão 241, 25 de julho de 2005.
[84] Email de Departamento de Negócios Estrangeiros, 4 de agosto de 2005 via Tony D’Costa, Pax Christi Irlanda.
[85] Email de Kitagawa Yasu, Campanha Japonesa pela Erradicação das Minas Terrestres (JCBL), 10 de agosto de 2005, com tradução do Ministério das Relações Exteriores informações enviadas ao JCBL em 11 de maio de 2005. Taxa de câmbio comum para 2004: ¥108.15 = US$1. US Federal Reserve, “List of Exchange Rates (Annual),” 3 de janeiro de 2005.
[86] Email de Freek Keppels, Divisão de Controle de Armas e Políticas de Exportação de Armas, Ministério das Relações Exteriores, 4 de agosto de 2005.
[87] Carta de Charlotte Darlow, Divisão de Desarmamento, Ministério das Relações Exteriores e Comércio, 20 de abril de 2005. Taxa Comum de câmbio para 2004: $1 = NZ$0.6643. US Federal Reserve, “List of Exchange Rates (Annual),” 3 de janeiro de 2005.
[88] Relatório do Artigo 7 da Noruega, Formulário J, 28 de abril de 2005; emails de May-Elin Stener, Departamento para Negócios Globais. Ministério das Relações Exteriores, abril-maio de 2005. Taxa Comum de câmbio para 2004: $1 = NOK6.7399. US Federal Reserve, “List of Exchange Rates (Annual),” 3 de janeiro de 2005.
[89] Resposta ao Monitor de Minas Terrestres da Missão ROK à ONU, Nova York, 25 de maio de 2005. Nenhuma parte desta figura foi inlcuída no cálculo do Monitor de Minas Terrestres para a quantia total doada; IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” março de 2005, p. 17.
[90] Carta de Alf Eliasson, SIDA, 23 de março de 2005. Taxa de câmbio comum para 2004: US$1 = SEK7.4380. US Federal Reserve, “List of Exchange Rates (Annual),” 3 de janeiro de 2005.
[91] Ação contra minas Investments database; Email de Janine Voigt, Diplomatic Collaborator, Ministério das Relações Exteriores, 1 de julho de 2005. Taxa de câmbio para 2004 de acordo com taxa fixada especificada pelo doador: US$1 = CHF1.35, usada ao longo deste relatório.
[92] Email de H. Murphey McCloy, Departamento de Estado dos EUA, 16 de setembro de 2004.
[93] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” Março de 2005, p. 16; Email de Sara Sekkenes, NPA Moçambique, 13 de agosto de 2005.
[94] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” março de 2005, p. 17.
[95] Landmine Monitor 2003, p. 591.
[96] Landmine Monitor 2004, p. 591; IND, “Annual Report 2003,” fevereiro de 2004, p. 10.
[97] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação Contra Minas 2004,” Maputo, março de 2005, p. 1, Annex 3, 4, Resumo; Ver também Monitor de Minas Terrestres 2004, p. 592.
[98] Email de Surengue Assane, Assessor Técnico para Conscientização sobre Minas e Assistência às Vítimas, IND, e Sérgio Nhantumbo, Prostética/Ortopedia, Ministério da Saúde, 11 de julho de 2005.
[99] Email para Monitor de Minas Terrestres (HI) de Susan B. Walker, Consultora dos co-presidenes do Comitê Permanente sobre Assistência às Vítimas e Reintegração Sócio-Econômica, 24 de setembro de 2005, citando detalhes de informações obtidas no encontro com o IND, Maputo, 19 de setembro de 2005.
[100] Email de Sara Sekkenes, NPA Moçambique, 11 de maio de 2005.
[101] Apresentado pelo Moçambique, Seminário Avançado sobre Assistência às Vítimas de Minas Terrestres na África, Nairobi, 31 de maio a 2 de julho de 2005. De acordo com o informado pela mídia, 615 vítimas de minas foram informadas entre 1996 e 2003, com pelo menos 232 mortos e 322 feridos; pelo menos 165 eram crianças. Ver Jaime Cuambe, “Acidentes com minas fazem 615 victimas no país”, Notícias, 2 de maio de 2004.
[102] Para detalhes, ver Landmine Monitor 2004, p. 593.
[103] Nações Unidas, Relatório Final, Primeira Conferência de Exame dos Estados-Parte da Convenção sobre a Proibição sobre o Uso, Armazenamento, Produção e Transferência de Minas Antipessoal e sobre sua Destruição, Nairobi, 29 de novembro a 3 de dezembro de 2004, APLC/CONF/2004/5, 9 de fevereiro de 2005, p. 33.
[104] Relatório do Artigo 7, Formulário J, 25 de abril de 2005.
[105] Apresentado pelo Moçambique, Comitê Permanente sobre Assistência às Vítimas e Reintegração Sócio-Econômica, Genebra, 16 de julho de 2005.
[106] Para detalhes, ver Landmine Monitor 2004, p. 596; Ver também Relatório do Artigo 7, Formulário J, 25 de abril de 2005.
[107] IND, “Relatório Anual do Programa de Ação contra minas 2004,” Maputo, março de 2005, p. 13.
[108] Apresentado pelo Moçambique, Seminário Avançado sobre Assistência às Vítimas de Minas Terrestres na África, Nairobi, 31 de maio a 2 de julho de 2005.
[109] Email de Surengue Assane, Assessora Técnica para Conscientização e Assistência às Vítimas de minas, IND, e Sérgio Nhantumbo, Prosteticista/Ortopedista, Ministério da Saúde, 11 de julho de 2005; Apresentado pelo Moçambique, Comitê Permanente sobre Assistência às Vítimas e Reintegração Sócio-Econômica, Genebra, 16 de julho de 2005; Ver também Landmine Monitor 2004, p. 593.
[110] OMS Moçambique, “Interventions in the area of Injury and Violence Prevention: 2004 Annual Progress Report Summary,” março de 2005; OMS, “Guidelines for essential trauma care,” Genebra, 2004, p. 62; Ver também Landmine Monitor 2004, p. 593.
[111] Apresentado por Moçambique, Comitê Permanente sobre Assistência às Vítimas e Reintegração Sócio-Econômica, Genebra, 16 de julho de 2005; Apresentado pelo Moçambique, Seminário Avançado sobre Assistência às Vítimas de Minas Terrestres na África, Nairobi, 31 de maio-2 de julho de 2005.
[112] Entrevista com Helena Timbana, CVM, 31 de maio de 2004; Standing Tall Australia e Mines Action Canada, “101 Great Ideas for the Socio-Economic Reintegration of Mine Survivors,” julho de 2005, p. 60; “Rehabilitation programme for amputees and other disabled people in Gaza Province,” www.jaipurlimb.org/Moçambique.htm, acesso em 19 de julho de 2005; Ver também Landmine Monitor 2004, p. 594.
[113] “Rotary Club pretende reabrir Centro Ortopédico de Vilankulo,” Notícias, 13 de agosto de 2005.
[114] Email de Gilles Delecourt, HI Moçambique, 19 de julho de 2005; Ver também Landmine Monitor 2004, p. 594.
[115] Apresentado pelo Moçambique, Comitê Permanente sobre Assistência às Vítimas e Reintegração Sócio-Econômica, Genebra, 16 de julho de 2005.
[116] Apresentado pelo Moçambique, Seminário Avançado sobre Assistência às Vítimas de Minas Terrestres na África, Nairobi, 31 de maio-2 de julho de 2005.
[117] Email de Becky Jordan, LSN, 6 de julho de 2005; Relatório do Artigo 7, Formulário J, 25 de abril de 2005; Standing Tall Australia e Mines Action Canada, “101 Great Ideas for the Socio-Economic Reintegration of Mine Survivors,” de julho de 2005, p. 59; Ver também Landmine Monitor 2004, p. 595.
[118] Email de Marci Van Dyke, Oficial do Programa do País, LSN, 19 de setembro de 2005.
[119] Email de Sarah Hodge, Chefe Executivo, POWER, 8 de julho de 2005.
[120] Standing Tall Australia e Mines Action Canada, “101 Great Ideas for the Socio-Economic Reintegration of Mine Survivors,” de julho de 2005, p. 58.
[121] Landmine Monitor 2004, p. 596; Ver também Departamento de Estado dos EUA, “Country Reports on Human Rights Practices - Moçambique 2004,” Washington DC, 28 de fevereiro de 2005.
[122] Email de Surengue Assane, Assessora Técnica para Conscientização e Assistência às Vítimas de Minas, IND, e Sérgio Nhantumbo, Protéticista/Ortopedista, Ministério da Saúde, 11 de julho de 2005.
[123] Email de Sarah Hodge, POWER, 8 de julho de 2005.